03/02/2026 11h00 - Atualizado em 03/02/2026 15h22

Sesa realiza a 1ª Oficina de Sensibilização em Cuidados Paliativos para a Atenção Primária à Saúde na Região Central

A Secretaria da Saúde (Sesa), por meio da Gerência de Políticas e Organização das Redes de Atenção à Saúde (Geporas) e o Núcleo Especial de Atenção Especializada (NEAE), realizou em parceria com a Superintendência Regional de Saúde de Colatina, a 1ª Oficina de Sensibilização em Cuidados Paliativos voltada para Atenção Primária à Saúde (APS). A atividade foi voltada para profissionais da APS da Região Central do Espírito Santo e aconteceu no auditório da Rede de Frio Estadual, em Colatina, na última sexta-feira (30).

A oficina foi destinada a profissionais da APS e contou com a participação de 21 trabalhadores da saúde, entre eles enfermeiros, médicos, psicólogos, assistente social, fisioterapeuta e técnico de enfermagem. O encontro promoveu um espaço de troca de experiências, reflexão e sensibilização sobre a temática. Os municípios representados foram Baixo Guandu, Colatina, Linhares, Marilândia, Pancas, São Domingos do Norte, São Roque do Canaã e Sooretama, reforçando a integração regional e o fortalecimento da rede de cuidados no território.

Durante o encontro, foram abordados temas fundamentais para a qualificação da assistência, como: Fundamentos dos Cuidados Paliativos; Marcos históricos e normativos; Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) e a Política Estadual de Cuidados Paliativos (PECP); Identificação de pessoas elegíveis ao cuidado paliativo no território; O papel da Atenção Primária à Saúde frente ao paciente em cuidados paliativos.

A APS como porta de entrada do cuidado

A APS é a porta de entrada do cuidado no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). Nesse contexto, é estratégica para a identificação precoce de pessoas elegíveis aos cuidados paliativos, bem como para o acompanhamento contínuo dos usuários e de suas famílias no território.

Sobre Cuidados Paliativos

Os Cuidados Paliativos constituem uma abordagem que busca melhorar a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameaçam a continuidade da vida, por meio do alívio do sofrimento e do manejo adequado da dor e de outros sintomas de natureza física, psicossocial e espiritual. Entre seus principais objetivos estão o alívio da dor e de outros sintomas que causam sofrimento, o suporte para uma sobrevida mais ativa e digna possível e o respeito à morte como um processo natural do ciclo da vida, sem antecipá-la ou adiá-la.

Para a referência técnica da Gerência de Políticas e Organização das Redes de Atenção à Saúde (Geporas), Joszilene Teodoro de Jesus, o tema reforça o compromisso do SUS com o cuidado integral.

“O cuidado paliativo é um direito e deve ser ofertado em todos os níveis de atenção, inclusive na Atenção Primária à Saúde, pois promove qualidade de vida por meio do manejo adequado dos sintomas, do cuidado integral e do apoio contínuo ao usuário e à sua família ao longo do processo de adoecimento, permanecendo mesmo após a morte, ao oferecer suporte ao luto”, destacou.

Segundo Joszilene, a realização da oficina é o primeiro passo rumo ao fortalecimento da Política Estadual de Cuidados Paliativos com o intuito de contribuir para a garantia de uma assistência humanizada e integral em todo o território capixaba.

 

Informações à Imprensa:

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