Riso que acolhe: palhaços levam leveza a pacientes internados do Hospital São Lucas
O ditado “rir é o melhor remédio” tem se mostrado cada vez mais verdadeiro para pacientes, acompanhantes e funcionários do Hospital Estadual de Urgência e Emergência ‘São Lucas’, em Vitória. Realizado em parceria com a Emescam, o Projeto Risus envolve alunos dos cursos de Enfermagem, Medicina e Fisioterapia em uma iniciativa que acontece mensalmente na unidade. A ação leva aos pacientes a experiência da palhaçaria hospitalar, promovendo leveza, acolhimento e mais humanização durante a internação. Voltado para todos os pacientes da instituição, o projeto reúne, a cada edição, de 8 a 12 palhaços que percorrem os setores do hospital, proporcionando momentos de alegria, descontração e conexão humana.
A coordenadora da equipe Multidisciplinar, Mariana Doelinger, explicou que a iniciativa é de grande importância, pois possibilita ao paciente um contato com o mundo externo, rompendo temporariamente a rotina hospitalar. “Esse momento de humor e cuidado humanizado contribui para o bem-estar emocional, reduz a tensão do ambiente e fortalece a experiência do paciente durante sua permanência no hospital.”
Já o psicólogo hospitalar João Ricardo Dal Col, que acompanha a visita dos palhaços, contou com brilho nos olhos o quanto já viu pacientes e acompanhantes se emocionarem com as interações, surpreendendo a equipe e os próprios voluntários.
“Eu vejo o quanto a internação afeta não só o físico, mas também o emocional dos pacientes, gerando medo, ansiedade e dificuldade de enfrentamento. Nesse contexto, o Projeto Risos tem um papel essencial. Os palhaços atuam com sensibilidade, respeitando o momento de cada paciente e criando conexões que resgatam leveza dentro do ambiente hospitalar. O riso, além de humanizar o cuidado, tem efeito terapêutico: reduz a ansiedade, alivia tensões e contribui diretamente para a melhora do paciente. Um emocional mais equilibrado favorece também a recuperação física. Por isso, o projeto se torna um importante aliado tanto no cuidado psicológico quanto na evolução clínica, tornando o hospital um espaço mais acolhedor e humano”, comemorou o psicólogo.
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