SUS digital: Espírito Santo participa da 6ª Oficina da Federalização da RNDS no Paraná
A experiência de processamento de mais de 66 milhões de documentos clínicos da rede nacional de dados será apresentada pelo Espírito Santo durante a 6ª Oficina da Federalização da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), que acontece de terça-feira (12) a quinta-feira (14) deste mês, em Curitiba, no Paraná.
O Espírito Santo é um dos estados-piloto no Brasil na conexão da Rede Estadual de Dados (REDS) à nacional. Em breve, por meio dessa ligação e consumo de dados dessas redes, as pessoas que utilizam o Sistema Único de Saúde (SUS) ou mesmo que têm plano de saúde vão poder ter acesso aos seus dados de saúde em tempo real. O objetivo é conectar prontuários de todos os brasileiros, pelo site Meu SUS Digital.
A apresentação do panorama do projeto no Estado será feita pela equipe da Secretaria da Saúde, composta pelos analistas de sistemas da Gerência de Tecnologia da Informação, Luciane Marinho, Alex Freitas e Guilherme Otto Barloesius Pimentel, a assessora especial Vera Lúcia Peruchi, a jornalista Danielly Campos, além do pesquisador do Programa de Tecnologias de Informação e Comunicação Aplicadas à Saúde (ProtiCSUS) do Instituto Capixaba de Ensino, Pesquisa e Inovação em Saúde (ICEPi), Esaú Wendler.
“A Sesa busca constantemente a inovação dos seus processos para ofertar aos capixabas novidades e novos serviços digitais, como esse de ter acesso aos seus dados pessoais de saúde on-line, independentemente de ser paciente do SUS ou da rede privada”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Kim Barbosa.
Na opinião do coordenador do Projeto Federalização da RNDS no Estado e gerente de Tecnologia da Informação da Sesa, Marcio Merçon, a participação nesse evento é fundamental nessa fase de processamento de documentos clínicos. “A troca de experiência entre as equipes de trabalho dos estados é bem produtiva, no sentido de pensarmos soluções para a nossa realidade. O Espírito Santo está bem posicionado nesse processo, considerando que temos uma infraestrutura de rede bem estruturada. Ela permite a construção de uma plataforma que gera dados tratados, seguros e auditáveis”, explicou.
Durante a oficina, serão debatidos temas como instrumentos de monitoramento e avaliação de políticas públicas; informação e inteligência; tomada de decisão estratégica e a construção de painéis com dados da RNDS, além das estratégias planejadas para a divulgação local desse projeto.
Iniciada em abril de 2024, a RNDS é o pilar do Programa SUS Digital. A fase inicial foi conduzida com oito estados-piloto: Espírito Santo, Ceará, Goiás, Piauí, Santa Catarina, Tocantins, Pernambuco e Bahia.
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