Estado abre novo centro de referência para pacientes reumáticos
Publicado em: 12/08/2013 09h02
- Atualizado em: 13/08/2013 08h39
Pacientes reumáticos crônicos da rede pública de saúde já podem contar com novo centro de referência para tratamento de artrite reumatóide e espondiloartrites, doenças que têm caráter destrutivo, que podem causar deformidades irreversíveis se não forem diagnosticadas e tratadas precocemente e de forma contínua. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) abre, nesta segunda-feira (12), um programa específico para atender a esses usuários no CRE Metropolitano, em Jardim América, Cariacica.
Cerca de 80 pacientes do serviço que já passaram por avaliação clínica e laboratorial e tiveram diagnóstico confirmado por especialistas estão sendo chamados para consultas de retorno sem precisar entrar de novo na fila de espera para marcação de consultas especializadas agendadas pelos municípios.
A medida faz parte do planejamento estratégico do Governo do Espírito Santo de facilitar o acesso a tratamento especializado e de qualidade, sistematizando o atendimento para que os resultados sejam mais eficientes. Os primeiros atendimentos começam na tarde desta segunda-feira (12).
A partir de agora, esses e novos pacientes que forem diagnosticados pela equipe de quatro reumatologistas do CRE passarão a integrar um cadastro interno do programa e serão acompanhados por uma especialista que ficará responsável pela avaliação contínua dos casos. Os retornos serão agendados conforme a necessidade de cada paciente. Pelo menos 160 vagas de retorno mensais serão disponibilizadas pelo programa.
Atualmente, no Estado, o centro de referência da rede pública para tratamento das doenças reumáticas funciona no Hospital das Clínicas (Hucam), em Vitória. Com a abertura do serviço no CRE Metropolitano será ampliada a capacidade de atendimento, possibilitando o acompanhamento integral a esses pacientes.
Multidisciplinar
A médica da Sesa responsável pelo programa, Letícia Resende Brandão, destaca que a organização do novo fluxo de atendimento foi feita de forma a dar uma resposta mais rápida a esses pacientes que precisam de um atendimento diferenciado.
Segundo ela, o programa prevê a expansão do atendimento, possibilitando melhor acesso à fisioterapia, terapia ocupacional, serviço social, psicólogo, serviços de vacinação e farmácia. A equipe multidisciplinar dará suporte, por exemplo, no preenchimento do formulário de requisição de medicamento especial, de alto custo, prescrito pelo médico e que são disponibilizados nas Farmácias Cidadãs Estaduais.
A doença
Doenças reumáticas crônicas como artrite reumatóide e espondiloartrites causam inchaço, dor nas articulações periféricas (mãos e pés) e rigidez (dificuldade para fechar as mãos, por exemplo). São doenças autoimunes, inflamatórias e sistêmicas com predomínio maior em mulheres na faixa de 30 a 50 anos. Pode ser causada por múltiplos fatores.
Segundo a médica, ao aparecerem esses sintomas, o paciente deve procurar o reumatologista para fazer avaliação clínica. O diagnóstico precoce é importante para que o tratamento seja iniciado o quanto antes de forma a evitar que o quadro da doença avance. Isso porque a doença não tem cura e é destrutiva, podendo causar deformidades irreversíveis.
Prevalência
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se a prevalência da doença atinja 1% da população no mundo. Ao todo, 12 milhões de brasileiros sofrem com o problema, que não afeta apenas a população idosa.
Tratamento
As medicações de componente especializado para tratar a doença são de alto custo e são fornecidas por meio das Farmácias Cidadãs Estaduais.
Agendamento
O agendamento para novos pacientes continuará a ser feito por meio de encaminhamento das unidades municipais de saúde. Somente após o diagnóstico confirmado por especialista é que os retornos serão marcados pelo programa.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sesa
Dannielly Valory/Jucilene Borges/Marcos Bonn/Maria Ângela Siqueira
Texto: Maria Angela Siqueira
mariaperini@saude.es.gov.br
Tels.: 3137-2307/3636-8334/9983-3246/9969-8271/9943-2776
asscom@saude.es.gov.br
Cerca de 80 pacientes do serviço que já passaram por avaliação clínica e laboratorial e tiveram diagnóstico confirmado por especialistas estão sendo chamados para consultas de retorno sem precisar entrar de novo na fila de espera para marcação de consultas especializadas agendadas pelos municípios.
A medida faz parte do planejamento estratégico do Governo do Espírito Santo de facilitar o acesso a tratamento especializado e de qualidade, sistematizando o atendimento para que os resultados sejam mais eficientes. Os primeiros atendimentos começam na tarde desta segunda-feira (12).
A partir de agora, esses e novos pacientes que forem diagnosticados pela equipe de quatro reumatologistas do CRE passarão a integrar um cadastro interno do programa e serão acompanhados por uma especialista que ficará responsável pela avaliação contínua dos casos. Os retornos serão agendados conforme a necessidade de cada paciente. Pelo menos 160 vagas de retorno mensais serão disponibilizadas pelo programa.
Atualmente, no Estado, o centro de referência da rede pública para tratamento das doenças reumáticas funciona no Hospital das Clínicas (Hucam), em Vitória. Com a abertura do serviço no CRE Metropolitano será ampliada a capacidade de atendimento, possibilitando o acompanhamento integral a esses pacientes.
Multidisciplinar
A médica da Sesa responsável pelo programa, Letícia Resende Brandão, destaca que a organização do novo fluxo de atendimento foi feita de forma a dar uma resposta mais rápida a esses pacientes que precisam de um atendimento diferenciado.
Segundo ela, o programa prevê a expansão do atendimento, possibilitando melhor acesso à fisioterapia, terapia ocupacional, serviço social, psicólogo, serviços de vacinação e farmácia. A equipe multidisciplinar dará suporte, por exemplo, no preenchimento do formulário de requisição de medicamento especial, de alto custo, prescrito pelo médico e que são disponibilizados nas Farmácias Cidadãs Estaduais.
A doença
Doenças reumáticas crônicas como artrite reumatóide e espondiloartrites causam inchaço, dor nas articulações periféricas (mãos e pés) e rigidez (dificuldade para fechar as mãos, por exemplo). São doenças autoimunes, inflamatórias e sistêmicas com predomínio maior em mulheres na faixa de 30 a 50 anos. Pode ser causada por múltiplos fatores.
Segundo a médica, ao aparecerem esses sintomas, o paciente deve procurar o reumatologista para fazer avaliação clínica. O diagnóstico precoce é importante para que o tratamento seja iniciado o quanto antes de forma a evitar que o quadro da doença avance. Isso porque a doença não tem cura e é destrutiva, podendo causar deformidades irreversíveis.
Prevalência
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), estima-se a prevalência da doença atinja 1% da população no mundo. Ao todo, 12 milhões de brasileiros sofrem com o problema, que não afeta apenas a população idosa.
Tratamento
As medicações de componente especializado para tratar a doença são de alto custo e são fornecidas por meio das Farmácias Cidadãs Estaduais.
Agendamento
O agendamento para novos pacientes continuará a ser feito por meio de encaminhamento das unidades municipais de saúde. Somente após o diagnóstico confirmado por especialista é que os retornos serão marcados pelo programa.
Informações à Imprensa:
Assessoria de Comunicação da Sesa
Dannielly Valory/Jucilene Borges/Marcos Bonn/Maria Ângela Siqueira
Texto: Maria Angela Siqueira
mariaperini@saude.es.gov.br
Tels.: 3137-2307/3636-8334/9983-3246/9969-8271/9943-2776
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